Brasil brilha na Berlinale 2026 com 10 produções audiovisuais
Seleção evidencia diversidade estética e regional do cinema brasileiro, com obras realizadas com apoio de políticas públicas do MinC

O cinema brasileiro está prestes a brilhar com intensidade na 76ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim, conhecido como Berlinale, que acontece em 2026. Este ano, dez produções nacionais foram selecionadas para a programação oficial, abrangendo diversas mostras como Generation, Panorama, Fórum, Fórum Expanded e Perspectives. Isso não só demonstra a diversidade, mas também a força criativa do audiovisual brasileiro no cenário global. Vale destacar que uma parte significativa dessas obras selecionadas contou com o suporte de políticas públicas do Governo Federal. Recursos foram disponibilizados através do Ministério da Cultura (MinC), da Agência Nacional do Cinema (Ancine), do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), além de iniciativas como a Lei Paulo Gustavo e a Política Nacional Aldir Blanc. Somando essas contribuições, os investimentos nas produções chegam a impressionantes R$ 12,9 milhões via FSA, e R$ 7,6 milhões pela Lei do Audiovisual, segundo registros oficiais. Isso reforça o papel essencial do Estado no fortalecimento da cadeia produtiva do setor, ampliando a presença do Brasil em festivais de renome mundial. Na mostra Berlinale Generation Kplus, voltada para o público infantojuvenil, o Brasil traz três longas-metragens. Um deles é "A Fabulosa Máquina do Tempo", dirigido por Eliza Capai, que recebeu um investimento público de R$ 800 mil pela Lei do Audiovisual, R$ 860 mil do FSA e R$ 300 mil da Lei Paulo Gustavo. Outro destaque é "Papaya", de Priscilla Kellen, que obteve R$ 646 mil através de recursos do FSA, especificamente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). "Feito Pipa", dirigido por Allan Deberton, completa essa seleção com um investimento total de R$ 4,7 milhões via FSA, sendo aproximadamente R$ 1 milhão oriundo do Art. 1º-A e R$ 3 milhões do Art. 3º, conforme os mecanismos da Lei do Audiovisual. Na mostra Generation 14plus, o longa "Quatro Meninas", sob a direção de Karen Suzane, foi escolhido e recebeu cerca de R$ 2,2 milhões em investimentos, distribuídos entre aproximadamente R$ 1,9 milhão e R$ 345 mil pelo Art. 1º-A. O Fórum, que é um espaço tradicional da Berlinale para obras mais experimentais e autorais, também terá sua representação com "Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha", de Janaina Marques. Este filme recebeu R$ 1,4 milhão pela Política Nacional Aldir Blanc, através de um edital da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult-CE), além de R$ 600 mil do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Na mostra Fórum Expanded, o curta "Floresta do Fim do Mundo", dirigido por Felipe M. Bragança e Denilson Baniwa, contou com um aporte de R$ 100 mil da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Secec-RJ). Por fim, a seleção brasileira se mantém robusta na mostra Panorama, com longas como "Isabel", uma coprodução entre França e Brasil, dirigida por Gabe Klinger, que não contou com recursos públicos brasileiros; e "Se eu fosse vivo, vivia", de André Novais Oliveira, que teve um investimento de cerca de R$ 1,9 milhão por meio do FSA/BRDE, através do Suporte Automático e Arranjos Regionais. Há muito mais para explorar sobre este tema.
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Completando a presença nacional, o longa 'Nosso Segredo', dirigido por Grace Passô, integra a mostra Perspectives e recebeu cerca de R$1,3 milhões e R$2,5 milhões vinculados ao Art. 3º-A da Lei do Audiovisual. Até o momento, os filmes brasileiros selecionados ainda não têm data confirmada de estreia comercial no Brasil.
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A seleção brasileira segue forte na mostra Panorama. Integram a programação os longas Isabel, coprodução entre França e Brasil dirigida por Gabe Klinger, que não contou com recurso público brasileiro; Se eu fosse vivo, vivia, de André Novais Oliveira, que recebeu cerca de R$ 1,9 milhão por meio do FSA/BRDE (Suporte Automático, Arranjos Regionais e Complementação); e Narciso, coprodução internacional liderada pelo Paraguai com participação minoritária do Brasil, contemplado com aproximadamente R$ 1,5 milhão por meio do Contrato de Coprodução Internacional Cinema 2022.
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Na mostra Panorama, além dos longas 'Isabel' e 'Se eu fosse vivo, vivia', também integra a programação o filme 'Narciso', uma coprodução internacional liderada pelo Paraguai com participação minoritária do Brasil, que foi contemplado com aproximadamente R$ 1,5 milhão por meio do Contrato de Coprodução Internacional Cinema 2022.
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Além das produções previamente mencionadas, a seleção brasileira na mostra Panorama também inclui o longa 'Narciso', uma coprodução internacional liderada pelo Paraguai com participação minoritária do Brasil, que foi contemplado com aproximadamente R$ 1,5 milhão por meio do Contrato de Coprodução Internacional Cinema 2022.
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Na mostra Panorama, além dos longas já mencionados, o filme 'Narciso', uma coprodução internacional liderada pelo Paraguai com participação minoritária do Brasil, foi contemplado com aproximadamente R$ 1,5 milhão por meio do Contrato de Coprodução Internacional Cinema 2022. A presença robusta da seleção brasileira no festival reforça o impacto das políticas públicas de fomento ao audiovisual, que possibilitam a produção, circulação e reconhecimento internacional das obras nacionais. O destaque do Brasil em um dos principais festivais de cinema do mundo reafirma o compromisso do Ministério da Cultura com a valorização da diversidade cultural e da inovação.
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A seleção brasileira segue forte na mostra Panorama. Integram a programação os longas Isabel, coprodução entre França e Brasil dirigida por Gabe Klinger, que não contou com recurso público brasileiro; Se eu fosse vivo, vivia, de André Novais Oliveira, que recebeu cerca de R$ 1,9 milhão por meio do FSA/BRDE (Suporte Automático, Arranjos Regionais e Complementação); e Narciso, coprodução internacional liderada pelo Paraguai com participação minoritária do Brasil, contemplado com aproximadamente R$ 1,5 milhão por meio do Contrato de Coprodução Internacional Cinema 2022.
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Na mostra Panorama, além dos longas "Isabel" e "Se eu fosse vivo, vivia", integra a programação "Narciso", uma coprodução internacional liderada pelo Paraguai com participação minoritária do Brasil, contemplado com aproximadamente R$ 1,5 milhão por meio do Contrato de Coprodução Internacional Cinema 2022.
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A participação brasileira no Festival de Berlim 2026 reforça o impacto das políticas públicas de fomento ao audiovisual, que possibilitam a produção, circulação e reconhecimento internacional das obras nacionais. O destaque do Brasil em um dos principais festivais de cinema do mundo reafirma o compromisso do Ministério da Cultura com a valorização da diversidade cultural e da inovação.
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A seleção brasileira segue forte na mostra Panorama. Integram a programação os longas Isabel, coprodução entre França e Brasil dirigida por Gabe Klinger, que não contou com recurso público brasileiro; Se eu fosse vivo, vivia, de André Novais Oliveira, que recebeu cerca de R$ 1,9 milhão por meio do FSA/BRDE (Suporte Automático, Arranjos Regionais e Complementação); e Narciso, coprodução internacional liderada pelo Paraguai com participação minoritária do Brasil, contemplado com aproximadamente R$ 1,5 milhão por meio do Contrato de Coprodução Internacional Cinema 2022.
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A seleção brasileira segue forte na mostra Panorama. Integram a programação os longas Isabel, coprodução entre França e Brasil dirigida por Gabe Klinger, que não contou com recurso público brasileiro; Se eu fosse vivo, vivia, de André Novais Oliveira, que recebeu cerca de R$ 1,9 milhão por meio do FSA/BRDE, através do Suporte Automático e Arranjos Regionais. Narciso, coprodução internacional liderada pelo Paraguai com participação minoritária do Brasil, foi contemplado com aproximadamente R$ 1,5 milhão por meio do Contrato de Coprodução Internacional Cinema 2022.
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Na mostra Panorama, além dos já mencionados, o longa 'Narciso', uma coprodução internacional liderada pelo Paraguai com participação minoritária do Brasil, foi contemplado com aproximadamente R$ 1,5 milhão por meio do Contrato de Coprodução Internacional Cinema 2022.
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Completando a presença nacional, o longa 'Narciso', uma coprodução internacional liderada pelo Paraguai com participação minoritária do Brasil, foi contemplado com aproximadamente R$ 1,5 milhão por meio do Contrato de Coprodução Internacional Cinema 2022. A participação brasileira no Festival de Berlim 2026 reforça o impacto das políticas públicas de fomento ao audiovisual, que possibilitam a produção, circulação e reconhecimento internacional das obras nacionais. O destaque do Brasil em um dos principais festivais de cinema do mundo reafirma o compromisso do Ministério da Cultura com a valorização da diversidade cultural e da inovação.
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Na mostra Panorama, além de 'Isabel' e 'Se eu fosse vivo, vivia', a programação inclui 'Narciso', uma coprodução internacional liderada pelo Paraguai com participação minoritária do Brasil, que recebeu aproximadamente R$ 1,5 milhão por meio do Contrato de Coprodução Internacional Cinema 2022.
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Na mostra Panorama, além dos longas já mencionados, destaca-se a coprodução internacional 'Narciso', liderada pelo Paraguai, com participação minoritária do Brasil, que recebeu aproximadamente R$ 1,5 milhão por meio do Contrato de Coprodução Internacional Cinema 2022.
