
Aumento das Taxas de Juros e a Disputa Presidencial: Impactos Econômicos
Com as eleições se aproximando, as taxas de juros sobem, refletindo incertezas políticas e preocupações com a inflação impulsionada pelo petróleo.
Reprodução Redes Sociais
22/10/2026, 10h40
Atualizado há 16 minutos
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Na manhã desta quinta-feira, dia 22, observamos um aumento nas taxas de juros futuras, tanto as médias quanto as longas. Esse movimento parece estar diretamente ligado ao cenário eleitoral, que continua indefinido a apenas três dias das eleições presidenciais.
Além disso, esse avanço nas taxas de juros se alinha com a alta do dólar. Os juros curtos também estão em ascensão, influenciados pela valorização do petróleo, trazendo à tona preocupações quanto à inflação.
Uma pesquisa realizada pela Indexa/Broadcast revelou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) possui 45,2% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 44,1% em uma simulação de segundo turno. É importante notar que, considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais, estamos diante de um empate técnico.
Comparando com a rodada anterior, que aconteceu no dia 15 de outubro, o senador subiu 1,6 ponto percentual, enquanto o presidente Lula viu um aumento de 2 pontos percentuais.
Às 9h19, a taxa do depósito interfinanceiro para janeiro de 2027 estava em 13,500%, um leve aumento em relação ao ajuste anterior, que era de 13,479%. Já o DI para janeiro de 2029 avançou para 12,690%, subindo de 12,563%, e o DI para janeiro de 2031 atingiu uma máxima de 12,735%, em comparação com 12,602% do ajuste de ontem.
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