Audiência Pública da Comissão de Saúde: Contas do IGES-DF em Foco
No dia 28 de setembro, a Comissão de Saúde do DF apresentará o Relatório Detalhado do IGES-DF, promovendo transparência e controle social.

Foto: Felipe Ando/Agência CLDF
Na próxima segunda-feira, dia 28 de setembro, a Comissão de Saúde (CSA) da Câmara Legislativa do DF realizará uma audiência pública bastante aguardada.
O foco do encontro será a apresentação do Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior (RDQA) do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGES-DF), que abrange o primeiro quadrimestre de 2026. Para quem não puder comparecer, haverá transmissão ao vivo pela TV Câmara Distrital e pelo YouTube.
Durante a audiência, o IGES-DF irá compartilhar um balanço das atividades realizadas nesse período. Isso incluirá não apenas indicadores de desempenho, mas também dados sobre a assistência oferecida nas unidades de saúde sob sua gestão.
Essa apresentação é essencial, pois atende às exigências legais e regimentais de prestação de contas, promovendo a transparência na aplicação dos recursos públicos. Isso é crucial para entender a eficiência dos atendimentos e o cumprimento das metas assistenciais no Distrito Federal.
Presidida pela deputada Dayse Amarilio (PSB), a audiência também será uma oportunidade valiosa para que deputados distritais, representantes de órgãos de controle e membros da sociedade civil façam questionamentos sobre a gestão do IGES-DF. Questões como a oferta de serviços, a disponibilidade de insumos e a qualidade do atendimento à população estarão em pauta.
Serviço:
Audiência Pública de apresentação do Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior (RDQA) – 1º Quadrimestre de 2026 do IGES-DF
Data: 28/9 (segunda-feira), às 9h30
Local: Sala de Reunião das Comissões Pedro de Souza Duarte
Atualizado há 2 horas
Durante a audiência, a diretora-presidente do IGES-DF, Eliane Souza de Abreu, destacou que o instituto cumpriu 100% das metas de gestão pactuadas no período avaliado. Ela também mencionou uma economia superior a R$ 200 mil por mês devido à revisão da estrutura organizacional do instituto. Além disso, 530 profissionais de saúde foram realocados nas UPAs para atender à demanda crescente. O fortalecimento do serviço de telessaúde também foi apontado como uma prioridade que tem melhorado a gestão no atendimento.
A deputada Dayse Amarilio destacou que, apesar dos dados apresentados, ainda há relatos de dificuldades de acesso aos serviços de saúde, especialmente para a população em situação de vulnerabilidade. Ela também questionou o direcionamento inadequado de pacientes psiquiátricos para as UPAs e a falta de medicamentos básicos como dipirona.
O promotor de Justiça Jairo Bisol criticou a ausência do secretário de Saúde na audiência, questionando a eficácia do modelo de gestão dividida entre o ente público e o privado. Domingos de Brito Filho, presidente do Conselho de Saúde do DF, também expressou preocupações sobre a correspondência entre os índices apresentados e as demandas reais da população.
Atualizado há 8 horas
A escassez de profissionais em quantidade suficiente para atender o quantitativo de pacientes, a falta de medicamentos básicos, como dipirona, e a violência praticada contra profissionais de saúde nas unidades também foram alvo de críticas da parlamentar. “Vai demorar a arrumar a saúde de Brasília porque ela não foi prioridade. Nós temos um problema que é orçamentário e que se reflete no colapso geral de todos os hospitais e sistemas”, afirmou.
Eliane de Abreu destacou que o Poder Executivo tem feito “esforço hercúleo” para viabilizar as entregas realizadas pelo Iges. Entre as conquistas obtidas no período, a gestora mencionou uma economia superior a R$ 200 mil por mês com a revisão da estrutura organizacional estabelecida no instituto.
Desempenho institucional e metas de gestão: o instituto informou o cumprimento de 100% das metas pactuadas na área de ensino e pesquisa, incluindo a oferta de vagas para residência médica, residência multiprofissional e estágios curriculares. Os indicadores de rotatividade de pessoal também permaneceram dentro dos limites estabelecidos para os hospitais e unidades de pronto atendimento administrados pelo Iges-DF.
Atualizado há 15 horas
A diretora-presidente do IGES-DF, Eliane Souza de Abreu, apresentou dados referentes à utilização das emendas parlamentares e ao gerenciamento e logística de recursos e insumos. Ela destacou ainda que tem trabalhado na recomposição da força de trabalho. Até o momento, 530 profissionais de saúde já foram realocados nas UPAs para suprir a demanda. Além disso, o instituto tem fortalecido o serviço de telessaúde, o que tem melhorado a gestão no atendimento de forma geral. 'Essa também tem sido uma prioridade para nós', pontuou.
Atualizado há 21 horas
A audiência pública contou com a colaboração ativa do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), do Conselho de Saúde e de membros da sociedade civil, enriquecendo o debate sobre a gestão do IGES-DF. A diretora-presidente do Iges-DF, Eliane Souza de Abreu, destacou a utilização das emendas parlamentares e o gerenciamento logístico de recursos e insumos como parte do cumprimento das metas de gestão. Ela enfatizou que o instituto tem trabalhado na recomposição da força de trabalho, com 530 profissionais de saúde já realocados nas UPAs para atender à demanda crescente. Além disso, o fortalecimento do serviço de telessaúde tem sido uma prioridade, melhorando a gestão geral do atendimento. O promotor de Justiça Jairo Bisol levantou a questão sobre a ausência do secretário de Saúde, questionando a eficácia do modelo de gestão dividida entre o ente público e o privado.
Atualizado há 27 horas
A audiência pública, que contou com a colaboração do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), do Conselho de Saúde e da sociedade civil, também abordou a utilização das emendas parlamentares e o gerenciamento e logística de recursos e insumos. A diretora-presidente do IGES-DF, Eliane Souza de Abreu, destacou que tem trabalhado na recomposição da força de trabalho, com 530 profissionais de saúde já realocados nas UPAs para suprir a demanda. Além disso, o instituto tem fortalecido o serviço de telessaúde, o que tem melhorado a gestão no atendimento de forma geral.
Atualizado há 33 horas
No primeiro período da audiência, a diretora-presidente do Iges-DF, Eliane Souza de Abreu, apresentou dados referentes ao cumprimento de metas de gestão, à utilização das emendas parlamentares e ao gerenciamento e logística de recursos e insumos. A gestora iniciou a apresentação destacando que o instituto cumpriu, no período avaliado, 100% das metas de gestão pactuadas.
Eliane de Abreu destacou que o Poder Executivo tem feito 'esforço hercúleo' para viabilizar as entregas realizadas pelo Iges. Entre as conquistas obtidas no período, a gestora mencionou uma economia superior a R$ 200 mil por mês com a revisão da estrutura organizacional estabelecida no instituto.
Ela destacou ainda que tem trabalhado na recomposição da força de trabalho. Até o momento, 530 profissionais de saúde já foram realocados nas UPAs para suprir a demanda. Além disso, o instituto tem fortalecido o serviço de telessaúde, o que tem melhorado a gestão no atendimento de forma geral. 'Essa também tem sido uma prioridade para nós', pontuou.
Atualizado há 40 horas
No primeiro período da audiência, a diretora-presidente do Iges-DF, Eliane Souza de Abreu, apresentou dados referentes ao cumprimento de metas de gestão, à utilização das emendas parlamentares e ao gerenciamento e logística de recursos e insumos. A gestora iniciou a apresentação destacando que o instituto cumpriu, no período avaliado, 100% das metas de gestão pactuadas.
O promotor de Justiça do MPDFT Jairo Bisol criticou a ausência do secretário de Saúde na audiência. Para ele, parte dos problemas da saúde pública tem origem no modelo de 'gestão dividida' entre o ente público (Secretaria de Saúde) e o ente privado (Iges-DF). 'Não é o secretário de saúde que deveria estar aqui prestando contas? Me parece que o Iges deveria prestar contas ao secretário e ele prestar à população', questionou.
Eliane de Abreu destacou ainda que tem trabalhado na recomposição da força de trabalho. Até o momento, 530 profissionais de saúde já foram realocados nas UPAs para suprir a demanda. Além disso, o instituto tem fortalecido o serviço de telessaúde, o que tem melhorado a gestão no atendimento de forma geral. 'Essa também tem sido uma prioridade para nós', pontuou.
Atualizado há 46 horas
Representantes do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) compareceram à Câmara Legislativa nesta segunda-feira (28) para apresentar a prestação de contas referente ao primeiro quadrimestre de 2026. A audiência pública ocorreu no âmbito da Comissão de Saúde (CSA), presidida pela deputada Dayse Amarilio (PSB), e teve a colaboração do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), do Conselho de Saúde e da sociedade civil.
No primeiro período da audiência, a diretora-presidente do Iges-DF, Eliane Souza de Abreu, apresentou dados referentes ao cumprimento de metas de gestão, à utilização das emendas parlamentares e ao gerenciamento e logística de recursos e insumos. A gestora iniciou a apresentação destacando que o instituto cumpriu, no período avaliado, 100% das metas de gestão pactuadas.
A deputada Dayse Amarilio, o promotor de Justiça do MPDFT Jairo Bisol e o presidente do Conselho de Saúde do DF, Domingos de Brito Filho, fizeram considerações sobre os dados apresentados. Amarilio avaliou que alguns indicadores apresentados pelo Iges-DF não correspondem ao que é percebido 'na ponta' dos serviços de saúde prestados à população.
Atualizado há 52 horas
Representantes do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) compareceram à Câmara Legislativa nesta segunda-feira (28) para apresentar a prestação de contas referente ao primeiro quadrimestre de 2026. A audiência pública ocorreu no âmbito da Comissão de Saúde (CSA), presidida pela deputada Dayse Amarilio (PSB), e teve a colaboração do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), do Conselho de Saúde e da sociedade civil.
No primeiro período da audiência, a diretora-presidente do Iges-DF, Eliane Souza de Abreu, apresentou dados referentes ao cumprimento de metas de gestão, à utilização das emendas parlamentares e ao gerenciamento e logística de recursos e insumos. A gestora iniciou a apresentação destacando que o instituto cumpriu, no período avaliado, 100% das metas de gestão pactuadas.
A deputada Dayse Amarilio, o promotor de Justiça do MPDFT Jairo Bisol e o presidente do Conselho de Saúde do DF, Domingos de Brito Filho, fizeram considerações sobre os dados apresentados. Amarilio avaliou que alguns indicadores apresentados pelo Iges-DF não correspondem ao que é percebido “na ponta” dos serviços de saúde prestados à população.
Atualizado há 58 horas
Representantes do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) compareceram à Câmara Legislativa nesta segunda-feira (28) para apresentar a prestação de contas referente ao primeiro quadrimestre de 2026. A audiência pública ocorreu no âmbito da Comissão de Saúde (CSA), presidida pela deputada Dayse Amarilio (PSB), e teve a colaboração do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), do Conselho de Saúde e da sociedade civil.
No primeiro período da audiência, a diretora-presidente do Iges-DF, Eliane Souza de Abreu, apresentou dados referentes ao cumprimento de metas de gestão, à utilização das emendas parlamentares e ao gerenciamento e logística de recursos e insumos. A gestora iniciou a apresentação destacando que o instituto cumpriu, no período avaliado, 100% das metas de gestão pactuadas.
A deputada Dayse Amarilio, o promotor de Justiça do MPDFT Jairo Bisol e o presidente do Conselho de Saúde do DF, Domingos de Brito Filho, fizeram considerações sobre os dados apresentados. Amarilio avaliou que alguns indicadores apresentados pelo Iges-DF não correspondem ao que é percebido “na ponta” dos serviços de saúde prestados à população.
Segundo a parlamentar, chegam ao seu gabinete constantes relatos de dificuldades de acesso aos serviços de saúde, especialmente por parte da população em situação de vulnerabilidade. Ela também questionou o direcionamento de pacientes psiquiátricos para as UPAs, avaliando que essas unidades não são as mais adequadas para esse tipo de assistência.
O promotor de justiça Jairo Bisol criticou a ausência do secretário de Saúde na audiência. Para ele, parte dos problemas da saúde pública tem origem no modelo de “gestão dividida” entre o ente público (Secretaria de Saúde) e o ente privado (Iges-DF). “Não é o secretário de saúde que deveria estar aqui prestando contas? Me parece que o Iges deveria prestar contas ao secretário e ele prestar à população”, questionou.
Para Domingos Filho, os índices apresentados pelo relatório não correspondem às demandas levadas pela população ao Conselho de Saúde. “Os números apresentados no RVQA não correspondem ao que acontece no Iges. Os índices pactuados entre o Iges e a SES não estão sendo cumpridos”, avaliou.
Eliane de Abreu destacou que o Poder Executivo tem feito “esforço hercúleo” para viabilizar as entregas realizadas pelo Iges. Entre as conquistas obtidas no período, a gestora mencionou uma economia superior a R$ 200 mil por mês com a revisão da estrutura organizacional estabelecida no instituto.
Ela destacou ainda que tem trabalhado na recomposição da força de trabalho. Até o momento, 530 profissionais de saúde já foram realocados nas UPAs para suprir a demanda. Além disso, o instituto tem fortalecido o serviço de telessaúde, o que tem melhorado a gestão no atendimento de forma geral. “Essa também tem sido uma prioridade para nós”, pontuou.


