Arrecadação Federal de Impostos em Julho de 2026: R$ 289,3 Bi
Em julho de 2026, a arrecadação federal de impostos cresceu 8,97%, totalizando R$ 289,3 bilhões, refletindo um forte desempenho econômico.
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25 de agosto de 2026, 14h04 | Atualizado em 25 de agosto de 2026, 14h04
Em um cenário econômico que continua em evolução, a arrecadação federal de impostos atingiu impressionantes R$ 289,346 bilhões em julho de 2026. Esse número representa um crescimento real de 8,97% em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados apresentados pela Receita Federal, refletindo o desempenho robusto das finanças públicas.
Acumulado do Ano
Além disso, se olharmos para o acumulado do ano até julho, a arrecadação totalizou R$ 1,876 trilhão, trazendo uma alta real de 6,98%. Sem considerar os efeitos da inflação, o aumento na arrecadação foi ainda mais significativo, alcançando 13,82% em julho.Receitas Diretas da Receita Federal
Ao focarmos nas receitas geridas diretamente pela Receita Federal, observamos uma alta real de 7,71% em julho, totalizando R$ 268,859 bilhões. No contexto do ano, essas receitas somaram R$ 1,791 trilhão, também com um crescimento real de 6,96%.Receita de Outros Órgãos Federais
Por outro lado, a receita proveniente de outros órgãos federais, que inclui, por exemplo, os royalties de petróleo, foi de R$ 20,486 bilhões em julho, registrando uma alta real de 28,87% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano, esses outros órgãos conseguiram arrecadar R$ 85,312 bilhões, o que representa um aumento real de 7,33%.Esses números nos mostram uma trajetória de crescimento que merece ser acompanhada com atenção, especialmente em um momento em que as decisões econômicas têm impacto direto em diversas áreas. Para isso, continue acompanhando os mercados com nossas ferramentas.
Atualizado há menos de 1 hora
A arrecadação federal vem registrando sucessivos recordes mensais desde o ano passado. Em 2025, o governo federal elevou a tributação sobre diferentes operações com o objetivo de reforçar as receitas e contribuir para o equilíbrio das contas públicas. Entre as medidas adotadas estiveram mudanças no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e na tributação de bets e fintechs. As alterações relacionadas às duas últimas categorias foram posteriormente aprovadas pelo Congresso Nacional.