:quality(85)/ebf17249-5860-4faf-ab15-b2182ab090de.png)
Análise do Monitor OLED ASRock Phantom Gaming 480 Hz
Descubra se o monitor ASRock Phantom Gaming PGO32UFS realmente entrega uma experiência de jogo superior com sua tecnologia OLED e taxa de atualização de 480 Hz.
Reprodução Redes Sociais
Um monitor OLED é, sem dúvida, o desejo de muitos gamers, especialmente aqueles que jogam no PC. Esse tipo de painel oferece uma qualidade de imagem excepcional, com um tempo de resposta quase imediato e uma taxa de atualização altíssima, além de uma série de outras vantagens. Cada fabricante traz sua própria abordagem à tecnologia, e alguns se destacam pela qualidade superior, oferecendo formatos inovadores e telas grandes, como é o caso do ASRock Phantom Gaming PGO32UFS. Este modelo se destaca por integrar diversas tecnologias importantes para os gamers, como um modo duplo que prioriza ou a resolução maior ou a velocidade, chegando a quase 500 Hz, além de proporcionar uma alta resolução e, claro, uma tela OLED de tirar o fôlego. Mas será que todo esse conjunto se traduz em uma experiência realmente boa?
Prós e Contras
Design e construção
O monitor ASRock PGO32UFS tem uma base relativamente compacta para um modelo de 32 polegadas. Na verdade, já vi bases maiores em telas menores, o que é um ponto positivo, pois isso libera espaço na sua mesa. A base é feita de aço e possui duas pernas finas, com o logo da linha Phantom Gaming visível apenas em determinados ângulos. Para ser sincero, eu quase esqueço que ele está lá, de tão discreto que é.
Um dos destaques da estrutura desse monitor é o suporte para antenas de Wi-Fi. Se você possui uma placa-mãe compatível, pode conectar um cabo que vem com o monitor a ela, aumentando a capacidade de captação do sinal sem fio. Isso pode ser bastante útil, especialmente se seu roteador estiver longe do PC.
Outro ponto que realmente me agradou nesse monitor são os ajustes ergonômicos. A tela pode ser ajustada em altura, ângulo (horizontal e vertical) e giro, embora essa última opção seja limitada a poucos centímetros, o que significa que não é possível posicionar a tela na vertical. Ainda assim, o monitor é bastante completo nesse aspecto. Por outro lado, a iluminação traseira deixa a desejar: não é muito intensa e oferece apenas as cores vermelha, verde e azul no modo estático. Nos modos "Deslocar" e "Respirar", a intensidade dessas cores varia, mas não há uma verdadeira variedade RGB.
Tela e qualidade de imagem
Quando falamos de um monitor OLED, a tela é, sem dúvida, o grande destaque, mesmo que o modelo tenha outras tecnologias a oferecer. Os ajustes de fábrica da ASRock são impressionantes, superando até mesmo os da Samsung com seu Odyssey G9 colossal. Apesar de ser um WOLED, as cores permanecem vibrantes e o preto, como é típico em qualquer OLED, é realmente profundo. No entanto, o brilho é relativamente fraco para uma tela desse tamanho, e a tecnologia HDR não consegue resolver esse problema. De fato, ao ativá-la, as cores tendem a ficar mais lavadas, algo que definitivamente não é desejável em uma tela OLED. No modo normal, com apenas alguns ajustes simples no menu, você pode obter um preto profundo e cores vivas, seja jogando um título colorido ou imerso em um cenário mais sombrio. Mesmo com suas 32 polegadas, a densidade de pixels é impressionante.
