Acusações de Ameaças: Sobrinho de Dolly Parton em Polêmica
Após a morte de Dolly Parton, seu sobrinho Bryan Seaver enfrenta graves acusações de intimidação e ameaças, revelando uma disputa pelo legado da artista.
Dolly Parton faleceu em agosto de 2026, aos 80 anos, e desde então, seu legado tem sido alvo de controvérsias. Recentemente, a empresa que gerencia o legado da artista, "She's Alive", fez acusações sérias contra seu sobrinho, Bryan Seaver, que incluem "ameaças, intimidação e coerção". Esta situação evidencia uma amarga batalha em torno dos interesses comerciais e do legado de Dolly.
As alegações contra Seaver, que foi responsável pela segurança da cantora e escolhido para anunciar sua morte, foram reveladas em documentos legais apresentados esta semana nos Estados Unidos. A "She's Alive" busca uma ordem de restrição civil temporária contra ele.
Os documentos do tribunal afirmam que Seaver teria realizado uma "campanha obscena, deliberada e crescente de ameaças", alegando que ele ameaçou arruinar o império da artista caso o espólio não lhe pagasse. Em resposta, Seaver negou as acusações, afirmando que as mensagens de texto e e-mails citados no pedido judicial foram tirados de contexto. "Nada neste processo é uma ameaça, e a maioria dos comentários que fiz eu mantenho", declarou ele em uma entrevista ao TMZ.
Seaver, filho da irmã de Parton, Cassie, gerenciou a segurança da artista durante os últimos 20 anos de sua vida. Na semana passada, ele foi demitido da "She's Alive" sem explicações. Em nota, Seaver e sua empresa expressaram surpresa e se recusaram a ser intimidados por ações que consideram de má-fé, buscando lucrar com o legado de Dolly.
Bryan Seaver foi quem anunciou a morte de sua tia ao mundo em agosto. O pedido de ordem de restrição foi protocolado em Nashville na terça-feira pela "She's Alive", sob a direção do empresário Danny Nozell. Os documentos judiciais citam conversas em que Seaver supostamente ameaçou destruir a marca de Parton, incluindo declarações de que criaria um podcast para expor violações cometidas contra a família.
Além disso, Seaver é acusado de usar sua experiência militar para intimidar funcionários, tendo se descrito como um "assassino" em uma troca de mensagens. Ele também afirmou que, no dia da morte de sua tia, havia vendido 27 milhões de dólares em armas e munições para a polícia haitiana, ressaltando sua posição como profissional de segurança. "Meu trabalho é guerra... Todos precisam se preocupar com o que eu posso fazer", teria declarado em um e-mail anexado à queixa.
