6ª Teia Nacional: Início do Plano das Culturas Indígenas
Evento em Aracruz reúne representantes indígenas para discutir diretrizes que promovem a diversidade cultural e proteção dos povos originários.
A construção coletiva do Plano Nacional das Culturas Indígenas foi um dos grandes destaques da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura pela Justiça Climática, que está acontecendo em Aracruz, no Espírito Santo. Nesse evento, representantes de povos originários, organizações indígenas e instituições públicas, além de diversos setores do governo federal, se reuniram para a primeira articulação do Grupo de Trabalho. Esse grupo é responsável por criar diretrizes que visem à proteção, promoção e fortalecimento das culturas indígenas em nosso país.
As conversas sobre o plano não param por aqui. Nos próximos dias da 6ª Teia, novas reuniões e encontros para a elaboração de propostas estão programados até domingo, dia 24. O que se busca, na prática, é estabelecer um processo de escuta ativa e qualificada, onde a voz dos indígenas realmente tenha protagonismo, para que possamos construir uma política pública que reconheça a diversidade presente entre os povos, seus territórios, línguas, saberes, modos de vida, memórias e expressões culturais.
Este encontro contou com a participação de várias organizações e articulações indígenas que atuam tanto em nível nacional quanto regional. Entre elas, destacam-se a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), a FENEI, o TEKÓ, a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), a UMAB e a Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA). A presença dessas representações é um forte indicativo do caráter coletivo, diverso e territorializado desse processo, reunindo vozes de diferentes povos, biomas, gerações e experiências de luta na defesa dos seus territórios, saberes tradicionais, línguas, memórias e modos de vida.
Para Karina Miranda da Gama, diretora de Promoção da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (MinC), essa reunião marca o início de um processo de “escuta ativa e qualificada”. O Grupo de Trabalho não será formado apenas por integrantes do MinC; ele também contará com a participação do Ministério dos Povos Indígenas, da Funai, do Museu Nacional dos Povos Indígenas e de outros órgãos federais que estão envolvidos nessa importante pauta.
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Após três dias de articulações, o documento construído coletivamente foi compartilhado para assinatura dos presentes e posterior encaminhamento ao Ministério da Cultura. Essa etapa marca um avanço significativo no processo, com a organização dos nomes de lideranças e representantes disponíveis para contribuir com a continuidade do Grupo de Trabalho. Na sexta-feira (22), a ministra da Cultura, Margareth Menezes, participou das articulações, sendo recebida por lideranças indígenas com rituais e cânticos. O evento também contou com a presença de representantes do Ministério da Cultura, da Fundação Nacional de Artes (Funarte) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), além de outras organizações indígenas e entidades de diferentes territórios.
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Após três dias de articulações, o documento construído coletivamente foi compartilhado para assinatura dos presentes e posterior encaminhamento ao Ministério da Cultura. Essa etapa marca um avanço significativo no processo, com a organização dos nomes de lideranças e representantes disponíveis para contribuir com a continuidade do Grupo de Trabalho. Na sexta-feira (22), a ministra da Cultura, Margareth Menezes, participou das articulações, sendo recebida por lideranças indígenas com rituais e cânticos. O evento também contou com a presença de representantes do Ministério da Cultura, da Fundação Nacional de Artes (Funarte) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), além de outras organizações indígenas e entidades de diferentes territórios.
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O Plano Nacional das Culturas dos Povos Indígenas, considerado uma iniciativa inédita no Brasil e sem precedentes em âmbito internacional, avança para uma nova etapa de discussão. Neste sábado (23), durante a 6ª Teia Nacional, o documento construído coletivamente foi compartilhado para assinatura e encaminhamento ao Ministério da Cultura, marcando um avanço significativo no processo. Este documento reúne propostas e diretrizes debatidas ao longo da programação da Teia e será enviado ao MinC para subsidiar o início de uma nova fase de discussão em Grupo de Trabalho, que contará com a participação de órgãos do governo federal e outras instituições envolvidas. O evento contou com a presença de representantes do Ministério da Cultura, Fundação Nacional de Artes (Funarte), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), além de organizações indígenas e movimentos de diferentes territórios, reforçando o caráter coletivo e territorializado do processo.
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A construção do Plano Nacional das Culturas dos Povos Indígenas avançou com a participação da ministra da Cultura, Margareth Menezes, que foi recebida por lideranças indígenas com rituais e cânticos. Em sua fala, a ministra destacou a importância da escuta ativa e do reconhecimento da diversidade dos povos originários. Ela ressaltou que o Ministério da Cultura está empenhado em abrir canais de diálogo para compreender as diferentes pautas apresentadas pelos territórios, considerando a pluralidade de línguas, vivências e realidades sociais dos povos indígenas. Margareth Menezes também relacionou a construção do Plano ao fortalecimento institucional do Ministério da Cultura, afirmando que é essencial que as políticas culturais alcancem aldeias, escolas e periferias, reforçando a diversidade cultural do Brasil.
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O Plano Nacional das Culturas dos Povos Indígenas avançou para uma nova etapa neste sábado (23), durante a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura pela Justiça Climática, em Aracruz, no Espírito Santo. Após três dias de reuniões de articulações, representantes de povos indígenas e de organizações presentes definiram o compartilhamento do documento construído coletivamente para assinatura dos presentes e o posterior encaminhamento ao Ministério da Cultura.
Neste sábado (23), o processo avançou para a pactuação dos encaminhamentos, com a organização do documento e a definição dos próximos passos institucionais. Participaram das articulações representantes do Ministério da Cultura, da Fundação Nacional de Artes (Funarte), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), de organizações indígenas, movimentos, lideranças e entidades de diferentes territórios.
Na reunião com a ministra, estiveram presentes a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, Márcia Rollemberg; a secretária do Audiovisual Joelma Gonzaga; o presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Leonardo Lessa; a diretora de Diversidade Cultural do MinC, Karina Gama; o presidente da Casa Rui Barbosa, Alexandre Santini; além de integrantes da equipe do gabinete ministerial.
O Plano Nacional das Culturas dos Povos Indígenas é considerado uma iniciativa inédita no Brasil e, segundo participantes do processo, também sem precedentes em âmbito internacional. A proposta é construir uma política pública específica para reconhecer, proteger, promover e fortalecer as culturas dos povos originários, respeitando a diversidade de territórios, línguas, modos de vida, expressões artísticas, saberes tradicionais e formas próprias de organização.
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Neste sábado (23), o processo avançou para a pactuação dos encaminhamentos, com a organização do documento e a definição dos próximos passos institucionais. Participaram das articulações representantes do Ministério da Cultura, da Fundação Nacional de Artes (Funarte), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), de organizações indígenas, movimentos, lideranças e entidades de diferentes territórios.
Na reunião com a ministra, estiveram presentes a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, Márcia Rollemberg; a secretária do Audiovisual Joelma Gonzaga; o presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Leonardo Lessa; a diretora de Diversidade Cultural do MinC, Karina Gama; o presidente da Casa Rui Barbosa, Alexandre Santini; além de integrantes da equipe do gabinete ministerial.
O Plano Nacional das Culturas dos Povos Indígenas é considerado uma iniciativa inédita no Brasil e, segundo participantes do processo, também sem precedentes em âmbito internacional. A proposta é construir uma política pública específica para reconhecer, proteger, promover e fortalecer as culturas dos povos originários, respeitando a diversidade de territórios, línguas, modos de vida, expressões artísticas, saberes tradicionais e formas próprias de organização.
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Após três dias de articulações, o documento construído coletivamente foi compartilhado para assinatura dos presentes e posterior encaminhamento ao Ministério da Cultura. Essa etapa marca um avanço significativo no processo, com a organização dos nomes de lideranças e representantes disponíveis para contribuir com a continuidade do Grupo de Trabalho. Na sexta-feira (22), a ministra da Cultura, Margareth Menezes, participou das articulações, sendo recebida por lideranças indígenas com rituais e cânticos. O evento também contou com a presença de representantes do Ministério da Cultura, da Fundação Nacional de Artes (Funarte) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), além de outras organizações indígenas e entidades de diferentes territórios.
Na reunião com a ministra, estiveram presentes a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, Márcia Rollemberg; a secretária do Audiovisual Joelma Gonzaga; o presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Leonardo Lessa; a diretora de Diversidade Cultural do MinC, Karina Gama; o presidente da Casa Rui Barbosa, Alexandre Santini; além de integrantes da equipe do gabinete ministerial.
Também foram registradas as participações do Comitê Cultura do Acre, da Associação Xingu, da UMIAB e de outras organizações indígenas, incluindo a APIB, a ANMIGA e demais entidades que contribuíram com a construção coletiva do Plano. O processo reúne diferentes camadas de representação indígena, desde organizações de base até articulações regionais e nacionais, com participação de mulheres, jovens, lideranças, mestras, anciãs, pajés, caciques e representantes de territórios.
