55 Pequenos Negócios Brilham no Estande do Sebrae na SPFW
Empreendedores da moda ganham destaque na maior vitrine do setor na América Latina, promovendo criatividade e inclusão social.
Pela primeira vez, o Sebrae abriu as portas para que empreendedores da moda pudessem participar diretamente do maior evento do setor na América Latina. No total, 55 marcas de pequenos negócios, a maioria delas liderada por mulheres, estão se revezando no estande da instituição durante a São Paulo Fashion Week (SPFW). Essa é uma oportunidade única para expor e comercializar suas coleções autorais e artesanais.
“Não se trata apenas de trazer as peças, mas de dar protagonismo e espaço a essas 55 marcas, vindas das cinco regiões do país. Agora, elas podem vender e fazer conexões, aproveitando melhor a parceria com a SPFW”, destacou Thais Rosiak, gestora de moda do Sebrae Nacional.
A participação dos pequenos negócios no evento é significativa, já que a SPFW se firmou como uma vitrine tradicional das tendências da moda no Brasil. Para selecionar os expositores, foram levados em consideração critérios como criatividade, inovação, sustentabilidade, inclusão social no processo produtivo e valorização do trabalho manual.
Destaques do Estande do Sebrae
Um dos participantes é o Centro de Referência da Renda Renascença e Artesanato — Crença, localizado em Monteiro, na Paraíba. Esse projeto reúne cinco municípios paraibanos: Zabelê, Monteiro, São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre e Camalaú. A marca trouxe para a feira vestidos, saias e acessórios em renda renascença.
“Do desenho ao acabamento, tudo é feito manualmente. Uma regata, por exemplo, leva trinta dias para ficar pronta. São produtos exclusivos, sem emendas”, explicou Edivânia Pereira, uma rendeira talentosa que aprendeu a técnica com a avó. Ela também mencionou que a conquista do selo de Indicação Geográfica (IG) em 2013 trouxe um valor agregado à produção local, além de aumentar o fluxo turístico e as vendas, beneficiando as famílias do Cariri paraibano.
Outra presença marcante no estande é a chapeleira carioca Marisa Doukas, que trouxe boinas em formato de coração, tiaras, casquetes e chapéus de palha da sua marca, Mari Doukas. A designer começou personalizando bonés, passou por um curso de chapelaria clássica e agora se dedica a produzir itens sob medida, desde noivas até alta chapelaria e Carnaval.
Após considerar desistir do negócio, Doukas encontrou um novo caminho ao reestruturar sua empresa através do programa Empretec. “Transformei meu hobby em um negócio estruturado, tudo graças ao suporte do Sebrae, que é uma ferramenta incrível para empreendedores, especialmente para os pequenos”, compartilhou, enquanto planeja suas primeiras exportações.
Além disso, a estilista Georgia Dantas, proprietária da marca Gueorguia de Natal (RN), também está focada na abertura de mercados internacionais. Criada em 2018, sua marca está passando por capacitação técnica com o apoio do Sebrae e da Apex-Brasil. “O produto feito à mão, autoral, está ganhando cada vez mais espaço no exterior”, afirmou.
A equipe da estilista conta com 15 a 20 mulheres, incluindo costureiras, modelistas, bordadeiras e crocheteiras, e incorpora as bordadeiras de Caicó, com um foco em moda consciente. No evento, a artesã Graça Andrade, de Acari (RN), está presente a convite do Sebrae-RN e do Instituto Riachuelo, contribuindo para essa rede de talentos e criatividade.
Atualizado há 2 horas
Na noite de terça-feira (13), o Sebrae lançou o Movimento pela Moda em São Paulo, aproveitando a mobilização do setor com a semana da São Paulo Fashion Week. A iniciativa busca refletir e preparar o segmento para enfrentar os desafios do mercado, como a concorrência desleal de produtos falsificados e a competitividade dos importados. "É uma cadeia pujante que gera emprego, renda e desenvolvimento para o país", destacou Fábio Krieger, gerente de competitividade do Sebrae Nacional. Durante o evento, cinco marcas lideradas por mulheres, de diferentes regiões do país, exibiram suas produções, ressaltando a força feminina no setor. Thaís Oliveira, gestora nacional de moda do Sebrae, ressaltou a importância de construir parcerias para fortalecer a indústria têxtil no Brasil.
Atualizado há 8 horas
Na noite de terça-feira (13), o Sebrae lançou o Movimento pela Moda em São Paulo, aproveitando a mobilização do setor com a semana da São Paulo Fashion Week, principal evento do calendário da moda nacional, que ocorre de 13 a 18 de outubro na capital paulista. A iniciativa foi criada para refletir e preparar o segmento para lidar com as dificuldades do mercado.
Considerado um dos principais segmentos da economia nacional, o setor de moda e vestuário enfrenta desafios constantes. Da concorrência desleal dos produtos falsificados à competitividade dos importados, são incontáveis situações a exigir criatividade e resiliência dos pequenos negócios do ramo.
"É uma cadeia pujante que gera emprego, renda e desenvolvimento para o país. Um mar de oportunidades, mas também um mar de desafios", afirmou Fábio Krieger, gerente de competitividade do Sebrae Nacional.
Para ele, a maior inovação, neste contexto, é trabalhar em conjunto, integrando os vários atores que compõem essa complexa cadeia de valor, no intuito de promover o desenvolvimento. "Juntos pela moda", convocou.
Dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) apontam para R$ 234,2 bilhões de faturamento anual e 1,33 milhão de empregos diretos gerados pela indústria do vestuário. Ainda assim, o contexto preocupa.
"A indústria brasileira está perdendo espaço e andando de lado: foram mais de 20 mil demissões no acumulado de 2026 comparado a 2025", afirmou o economista-chefe da Abit, Haroldo Silva, que fez a palestra ‘Perfil do setor têxtil e confecção no Brasil’.
Entre os dados expressivos destacados, está o de que 61% dos trabalhadores do segmento são mulheres, que estiveram bem representadas na noite desta terça-feira. Cinco marcas comandadas por mulheres, de cada uma das regiões do país, puderam expor uma amostra de sua produção: Gabbe e Mariza Dias, de Santa Catarina; Irene Gama, do Amapá; Crys Rios, do Mato Grosso; Funlab, do Rio Grande do Norte; e Pareia, de São Paulo.
Para Juliana Borges, analista de competitividade do Sebrae e ex-gestora de moda da instituição, a atuação integrada é um momento de realização. "Agradeço o sistema indústria por nos encorajar e estar conosco nesse caminho. Nosso desafio é fazer essas conexões complexas", disse, referindo-se à união com parceiros estratégicos como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Senai, Sesi, movimento ‘Juntos pela Indústria’, além de grandes empresas e lideranças do setor, entre outros.
Atualizado há 15 horas
Na noite de terça-feira (13), o Sebrae lançou o Movimento pela Moda em São Paulo, aproveitando a mobilização do setor com a semana da São Paulo Fashion Week. Esta iniciativa visa refletir e preparar o segmento para lidar com as dificuldades do mercado, como a concorrência desleal e a competitividade dos importados. "É uma cadeia pujante que gera emprego, renda e desenvolvimento para o país", destacou Fábio Krieger, gerente de competitividade do Sebrae Nacional. Dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) indicam um faturamento anual de R$ 234,2 bilhões e 1,33 milhão de empregos diretos gerados pela indústria do vestuário. Contudo, o setor enfrenta desafios, como a perda de espaço no mercado e demissões. Juliana Borges, analista de competitividade do Sebrae, enfatizou a importância da atuação integrada com parceiros estratégicos como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o movimento ‘Juntos pela Indústria’. A experiência gastronômica ‘Entre fios e sabores’, do projeto Chefe de Origem, encerrou a noite com pratos representando a diversidade regional do Brasil.
Atualizado há 21 horas
Na noite de terça-feira (13), o Sebrae lançou o Movimento pela Moda em São Paulo, aproveitando a mobilização do setor com a semana da São Paulo Fashion Week, principal evento do calendário da moda nacional, que ocorre de 13 a 18 de outubro na capital paulista. A iniciativa foi criada para refletir e preparar o segmento para lidar com as dificuldades do mercado.
Considerado um dos principais segmentos da economia nacional, o setor de moda e vestuário enfrenta desafios constantes. Da concorrência desleal dos produtos falsificados à competitividade dos importados, são incontáveis situações a exigir criatividade e resiliência dos pequenos negócios do ramo.
“É uma cadeia pujante que gera emprego, renda e desenvolvimento para o país. Um mar de oportunidades, mas também um mar de desafios”, disse Fábio Krieger, gerente de competitividade do Sebrae Nacional.
Dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) apontam para R$ 234,2 bilhões de faturamento anual e 1,33 milhão de empregos diretos gerados pela indústria do vestuário. Ainda assim, o contexto preocupa. “A indústria brasileira está perdendo espaço e andando de lado: foram mais de 20 mil demissões no acumulado de 2026 comparado a 2025”, afirmou o economista-chefe da Abit, Haroldo Silva.
Atualizado há 27 horas
Na noite de terça-feira (13), o Sebrae lançou o Movimento pela Moda em São Paulo, aproveitando a mobilização do setor com a semana da São Paulo Fashion Week, principal evento do calendário da moda nacional. A iniciativa visa preparar o segmento para lidar com os desafios do mercado, como a concorrência desleal dos produtos falsificados e a competitividade dos importados. "É uma cadeia pujante que gera emprego, renda e desenvolvimento para o país. Um mar de oportunidades, mas também um mar de desafios", afirmou Fábio Krieger, gerente de competitividade do Sebrae Nacional. Dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) apontam para R$ 234,2 bilhões de faturamento anual e 1,33 milhão de empregos diretos gerados pela indústria do vestuário. Entre os dados expressivos, destaca-se que 61% dos trabalhadores do segmento são mulheres.
Atualizado há 33 horas
Na noite de terça-feira (13), o Sebrae lançou o Movimento pela Moda em São Paulo, aproveitando a mobilização do setor com a semana da São Paulo Fashion Week. A iniciativa visa integrar os vários atores da cadeia produtiva da moda e preparar o segmento para lidar com as dificuldades do mercado, como a concorrência desleal e a competitividade dos importados. Fábio Krieger, gerente de competitividade do Sebrae Nacional, destacou a importância de trabalhar em conjunto para promover o desenvolvimento. Além disso, dados da Abit revelam que o setor de moda e vestuário gera R$ 234,2 bilhões de faturamento anual e emprega 1,33 milhão de pessoas diretamente. Apesar disso, a indústria enfrenta desafios, como a perda de espaço e demissões. Ainda, cinco marcas comandadas por mulheres de diferentes regiões do país expuseram suas produções durante o evento. Thaís Oliveira, gestora nacional de moda do Sebrae, enfatizou o aumento de produtividade dos pequenos negócios do ramo em mais de 30% desde a estruturação do polo de moda do Sebrae em Santa Catarina.
Atualizado há 39 horas
Na noite de terça-feira (13), o Sebrae lançou o Movimento pela Moda em São Paulo, aproveitando a mobilização do setor com a semana da São Paulo Fashion Week, principal evento do calendário da moda nacional, que ocorre de 13 a 18 de outubro na capital paulista. A iniciativa foi criada para refletir e preparar o segmento para lidar com as dificuldades do mercado, como a concorrência desleal dos produtos falsificados e a competitividade dos importados.
“É uma cadeia pujante que gera emprego, renda e desenvolvimento para o país. Um mar de oportunidades, mas também um mar de desafios”, destacou Fábio Krieger, gerente de competitividade do Sebrae Nacional. Para ele, a maior inovação, neste contexto, é trabalhar em conjunto, integrando os vários atores que compõem essa complexa cadeia de valor, no intuito de promover o desenvolvimento. “Juntos pela moda”, convocou.
Dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) apontam para R$ 234,2 bilhões de faturamento anual e 1,33 milhão de empregos diretos gerados pela indústria do vestuário. Ainda assim, o contexto preocupa, com mais de 20 mil demissões no acumulado de 2026 comparado a 2025, conforme afirmou o economista-chefe da Abit, Haroldo Silva.
Representantes das entidades parceiras e gestores estaduais do ‘Movimento Pela Moda’ foram chamados ao palco em clima de celebração, e os últimos foram agraciados com o livro ‘Cérebro Moda’ (ed. Senac), de Nathalia Anjos, que discorre sobre o impacto da moda no sistema nervoso. A experiência gastronômica ‘Entre fios e sabores’, do projeto Chefe de Origem, encerrou a noite, exaltando o potencial de ingredientes típicos das cinco regiões do país.
Atualizado há 52 horas
Na noite de terça-feira (13), o Sebrae lançou o Movimento pela Moda em São Paulo, aproveitando a mobilização do setor com a semana da São Paulo Fashion Week, principal evento do calendário da moda nacional, que ocorre de 13 a 18 de outubro na capital paulista. A iniciativa foi criada para refletir e preparar o segmento para lidar com as dificuldades do mercado.
Considerado um dos principais segmentos da economia nacional, o setor de moda e vestuário enfrenta desafios constantes, desde a concorrência desleal dos produtos falsificados até a competitividade dos importados, exigindo criatividade e resiliência dos pequenos negócios do ramo.
Dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) apontam para R$ 234,2 bilhões de faturamento anual e 1,33 milhão de empregos diretos gerados pela indústria do vestuário. Ainda assim, o contexto preocupa, com a indústria brasileira perdendo espaço e mais de 20 mil demissões no acumulado de 2026 comparado a 2025.
Entre os dados expressivos destacados, está o de que 61% dos trabalhadores do segmento são mulheres, que estiveram bem representadas na noite desta terça-feira. Cinco marcas comandadas por mulheres, de cada uma das regiões do país, puderam expor uma amostra de sua produção: Gabbe e Mariza Dias, de Santa Catarina; Irene Gama, do Amapá; Crys Rios, do Mato Grosso; Funlab, do Rio Grande do Norte; e Pareia, de São Paulo.
