28º Troféu Câmara Legislativa: Vencedores Serão Escolhidos

Descubra como um júri de especialistas avalia obras no 28º Troféu Câmara Legislativa, com prêmios que somam R$ 298 mil.

•2 min de leitura•Fonte original

No coração do 28º Troféu Câmara Legislativa, um júri de três renomados especialistas do audiovisual, Fabrício Duque, Lila Foster e Santiago Dellape, analisará quatro longas e 11 curtas-metragens, todos selecionados para a competição. Os jurados têm a missão de escolher as melhores obras e avaliar categorias técnicas. O público presente na Mostra Brasília, onde os filmes são exibidos, também desempenha um papel crucial, votando para premiar o melhor longa e o melhor curta. Ao todo, o valor dos prêmios chega a impressionantes R$ 298 mil.

Fabrício Duque, crítico de cinema com sólida formação e membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), fundou o website Vertentes do Cinema e acompanha festivais de cinema ao redor do mundo, com foco especial em curtas. Lila Foster, com 20 anos de experiência na preservação do audiovisual, coordena iniciativas no Festival do Rio e no Arquivo Público do Distrito Federal. Ela foi a vencedora do 27º Troféu Câmara Legislativa com seu curta-metragem "Três". Santiago Dellape, cineasta de "O Verão da Lata", tem uma carreira robusta com mais de 90 prêmios, incluindo o 21º Troféu Câmara Legislativa em 2016.

Os prêmios do 28º Troféu Câmara Legislativa incluem R$ 124,3 mil para o melhor longa-metragem e R$ 37,3 mil para o melhor curta-metragem. As categorias de melhor direção e demais categorias técnicas terão prêmios de R$ 14,9 mil e R$ 7,4 mil, respectivamente. Os prêmios do júri popular totalizarão R$ 49,7 mil para o melhor longa-metragem e R$ 12,4 mil para o melhor curta-metragem. Lembre-se que esses valores são brutos e estarão sujeitos a tributos conforme a legislação vigente.

Atualizado há menos de 1 hora

Além dos 15 títulos — quatro longas e onze curtas-metragens — que disputarão o 28º Troféu Câmara Legislativa, o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (de 11 a 19 de setembro) apresentará mais filmes do Distrito Federal ou que têm relação com Brasília. A competição nacional de longas exibirá Sabes de Mim, Agora Esqueça, de Denise Vieira, e a de curtas trará Gastronomia do Olho, dirigido por Nicolau.

Na sessão “História(s) Do Cinema Brasileiro — Clássicos”, encontra-se Brasília Segundo Feldman, de Vladimir Carvalho, além de outros filmes do documentarista, nascido na Paraíba, que se tornou um dos principais nomes do cinema brasiliense.

Atualizado há 6 horas

Criado pelos deputados distritais, em 1996, o Troféu Câmara Legislativa foi, desde o início, uma das maiores premiações do Festival de Brasília. A constatação do jornalista e cineasta Sérgio Moriconi, em livro — Apontamentos para uma história — que documenta o cinema brasiliense desde a fundação da cidade, dá a medida da importância da premiação da CLDF para os filmes do Distrito Federal, a qual acompanha o desenvolvimento da produção local — movimento iniciado na década de 1990.

A Mostra Brasília — que se consolidou como espaço exclusivo para títulos que disputam o Troféu Câmara Legislativa — passou a ter lugar permanente na programação oficial e se transformaria num verdadeiro evento entre os frequentadores do Festival de Brasília. Em 2026, a mostra será realizada de 14 a 18 de setembro, com início às 18h e entrada franca, no Cine Brasília.

Atualizado há 2 horas

Os filmes serão apresentados a partir de segunda-feira, às 18h, na Sala Vladimir Carvalho do Cine Brasília, endereço tradicional do Festival; e às 19h45, no Complexo Cultural de Planaltina e na Universidade Católica de Brasília - Bloco G, em Taguatinga. No dia seguinte, haverá reprise dos filmes a partir das 15h, na sala 2 do Cine Cultura Liberty Mall. Em todos os locais, a entrada será gratuita.

Diariamente, após as exibições, os títulos serão debatidos no auditório do Cine Brasília, a partir das 21h15. A ideia é estabelecer um espaço de reflexão e diálogo entre os realizadores, críticos e o público. Os mediadores dos debates dos filmes do DF que compõem a Mostra Brasília serão o jornalista Ulisses de Freitas e a cineasta Erika Bauer – vencedora do 9º Troféu Câmara Legislativa com o documentário “Dom Helder Camara — O Santo Rebelde”.

Os filmes da Mostra Brasília foram escolhidos, entre mais de 130 inscritos, por uma comissão de seleção formada por profissionais da área cinematográfica: Ana Arruda, Bethania Maia, Daniela Diniz, Marcelo Barbosa e Paulo Duro Moraes.

Atualizado há 8 horas

Os filmes concorrentes na Mostra Brasília foram selecionados entre mais de 130 inscritos por uma comissão de seleção, composta por profissionais da área cinematográfica: Ana Arruda, Bethania Maia, Daniela Diniz, Marcelo Barbosa e Paulo Duro Moraes. Além disso, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro deste ano abrirá com duas produções relacionadas a Brasília: o curta-metragem 'Brasília – Planejamento Urbano', documentário de 1964 dirigido por Fernando Coni Campos, e o longa inédito 'A Pele Morta', codirigido por Denise Moraes e Bruno Fatumbi Torres. A programação do festival prossegue com competições nacionais, mostras de filmes, debates, oficinas, sessões especiais e atrações musicais.

Atualizado há 14 horas

Os filmes da Mostra Brasília foram escolhidos, entre mais de 130 inscritos, por uma comissão de seleção formada por profissionais da área cinematográfica: Ana Arruda, Bethania Maia, Daniela Diniz, Marcelo Barbosa e Paulo Duro Moraes.

Duas produções relacionadas a Brasília abrem, na noite de hoje, o Festival de Brasília. O curta-metragem Brasília – Planejamento Urbano é um documentário de 1964, dirigido por Fernando Coni Campos, que tem como corroteirista a arquiteta e urbanista Maria Elisa Costa, filha de Lucio Costa, falecida em 25 de agosto último.

Já o longa inédito A Pele Morta é codirigido por Denise Moraes e Bruno Fatumbi Torres. A dupla assumiu o projeto após a morte do cineasta Geraldo Moraes, pai de ambos e importante nome do cinema do Distrito Federal. Em 2009, Geraldo Moraes venceu o Troféu Câmara Legislativa com o filme “O Homem Mau Dorme Bem”. Por sua vez, Bruno Torres recebeu o prêmio em 2004, na categoria melhor curta-metragem, com “O Último Raio de Sol”.

Atualizado há 20 horas

Duas produções relacionadas a Brasília abrem, na noite de hoje, o Festival de Brasília. O curta-metragem Brasília – Planejamento Urbano é um documentário de 1964, dirigido por Fernando Coni Campos (1933-1988), que tem como corroteirista a arquiteta e urbanista Maria Elisa Costa, filha de Lucio Costa, falecida em 25 de agosto último.

Já o longa inédito A Pele Morta é codirigido por Denise Moraes e Bruno Fatumbi Torres. A dupla assumiu o projeto após a morte do cineasta Geraldo Moraes, pai de ambos e importante nome do cinema do Distrito Federal. Em 2009, Geraldo Moraes venceu o Troféu Câmara Legislativa com o filme “O Homem Mau Dorme Bem”. Por sua vez, Bruno Torres recebeu o prêmio em 2004, na categoria melhor curta-metragem, com “O Último Raio de Sol”.

Atualizado há 26 horas

Os mediadores dos debates dos filmes do DF que compõem a Mostra Brasília serão o jornalista Ulisses de Freitas e a cineasta Erika Bauer – vencedora do 9º Troféu Câmara Legislativa com o documentário “Dom Helder Camara — O Santo Rebelde”.

Os filmes da Mostra Brasília foram escolhidos, entre mais de 130 inscritos, por uma comissão de seleção formada por profissionais da área cinematográfica: Ana Arruda, Bethania Maia, Daniela Diniz, Marcelo Barbosa e Paulo Duro Moraes.

Duas produções relacionadas a Brasília abrem, na noite de hoje, o Festival de Brasília. O curta-metragem Brasília – Planejamento Urbano é um documentário de 1964, dirigido por Fernando Coni Campos (1933-1988), que tem como corroteirista a arquiteta e urbanista Maria Elisa Costa, filha de Lucio Costa, falecida em 25 de agosto último.

Já o longa inédito A Pele Morta é codirigido por Denise Moraes e Bruno Fatumbi Torres. A dupla assumiu o projeto após a morte do cineasta Geraldo Moraes, pai de ambos e importante nome do cinema do Distrito Federal. Em 2009, Geraldo Moraes venceu o Troféu Câmara Legislativa com o filme “O Homem Mau Dorme Bem”. Por sua vez, Bruno Torres recebeu o prêmio em 2004, na categoria melhor curta-metragem, com “O Último Raio de Sol”.

Atualizado há 32 horas

Os mediadores dos debates dos filmes do DF que compõem a Mostra Brasília serão o jornalista Ulisses de Freitas e a cineasta Erika Bauer – vencedora do 9º Troféu Câmara Legislativa com o documentário 'Dom Helder Camara — O Santo Rebelde'.

Os filmes da Mostra Brasília foram escolhidos, entre mais de 130 inscritos, por uma comissão de seleção formada por profissionais da área cinematográfica: Ana Arruda, Bethania Maia, Daniela Diniz, Marcelo Barbosa e Paulo Duro Moraes.

Duas produções relacionadas a Brasília abrem, na noite de hoje, o Festival de Brasília. O curta-metragem Brasília – Planejamento Urbano é um documentário de 1964, dirigido por Fernando Coni Campos (1933-1988), que tem como corroteirista a arquiteta e urbanista Maria Elisa Costa, filha de Lucio Costa, falecida em 25 de agosto último.

Já o longa inédito A Pele Morta é codirigido por Denise Moraes e Bruno Fatumbi Torres. A dupla assumiu o projeto após a morte do cineasta Geraldo Moraes, pai de ambos e importante nome do cinema do Distrito Federal. Em 2009, Geraldo Moraes venceu o Troféu Câmara Legislativa com o filme 'O Homem Mau Dorme Bem'. Por sua vez, Bruno Torres recebeu o prêmio em 2004, na categoria melhor curta-metragem, com 'O Último Raio de Sol'.

Atualizado há 39 horas

Os filmes da Mostra Brasília foram escolhidos entre mais de 130 inscritos por uma comissão de seleção formada por profissionais da área cinematográfica: Ana Arruda, Bethania Maia, Daniela Diniz, Marcelo Barbosa e Paulo Duro Moraes. Duas produções relacionadas a Brasília abrem, na noite de hoje, o Festival de Brasília. O curta-metragem Brasília – Planejamento Urbano é um documentário de 1964, dirigido por Fernando Coni Campos, que tem como corroteirista a arquiteta e urbanista Maria Elisa Costa. Já o longa inédito A Pele Morta é codirigido por Denise Moraes e Bruno Fatumbi Torres, assumindo o projeto após a morte do cineasta Geraldo Moraes, pai de ambos. A programação do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro prossegue neste final de semana com várias atividades: competições nacionais, mostras de filmes, debates, oficinas, sessões especiais e atrações musicais.

Atualizado há 45 horas

Duas produções relacionadas a Brasília abrem, na noite de hoje, o Festival de Brasília. O curta-metragem Brasília – Planejamento Urbano é um documentário de 1964, dirigido por Fernando Coni Campos, que tem como corroteirista a arquiteta e urbanista Maria Elisa Costa, falecida recentemente. Já o longa inédito A Pele Morta é codirigido por Denise Moraes e Bruno Fatumbi Torres, que assumiram o projeto após a morte do cineasta Geraldo Moraes, pai de ambos e importante nome do cinema do Distrito Federal.

Atualizado há 51 horas

Os filmes da Mostra Brasília foram escolhidos entre mais de 130 inscritos por uma comissão de seleção formada por profissionais da área cinematográfica: Ana Arruda, Bethania Maia, Daniela Diniz, Marcelo Barbosa e Paulo Duro Moraes. Duas produções relacionadas a Brasília abrem, na noite de hoje, o Festival de Brasília. O curta-metragem Brasília – Planejamento Urbano é um documentário de 1964, dirigido por Fernando Coni Campos, que tem como corroteirista a arquiteta e urbanista Maria Elisa Costa, filha de Lucio Costa. Já o longa inédito A Pele Morta é codirigido por Denise Moraes e Bruno Fatumbi Torres, assumido após a morte do cineasta Geraldo Moraes, pai de ambos.

Atualizado há 57 horas

Além dos filmes em competição, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que começa hoje, apresentará duas produções relacionadas a Brasília. O curta-metragem Brasília – Planejamento Urbano, um documentário de 1964 dirigido por Fernando Coni Campos, será exibido. O longa inédito A Pele Morta, codirigido por Denise Moraes e Bruno Fatumbi Torres, também fará parte da programação. Este último projeto foi assumido pela dupla após a morte do cineasta Geraldo Moraes, pai de ambos e importante nome do cinema do Distrito Federal.

Atualizado há 64 horas

Duas produções relacionadas a Brasília abrem, na noite de hoje, o Festival de Brasília. O curta-metragem Brasília – Planejamento Urbano é um documentário de 1964, dirigido por Fernando Coni Campos (1933-1988), que tem como corroteirista a arquiteta e urbanista Maria Elisa Costa, filha de Lucio Costa, falecida em 25 de agosto último.

Já o longa inédito A Pele Morta é codirigido por Denise Moraes e Bruno Fatumbi Torres. A dupla assumiu o projeto após a morte do cineasta Geraldo Moraes, pai de ambos e importante nome do cinema do Distrito Federal. Em 2009, Geraldo Moraes venceu o Troféu Câmara Legislativa com o filme 'O Homem Mau Dorme Bem'. Por sua vez, Bruno Torres recebeu o prêmio em 2004, na categoria melhor curta-metragem, com 'O Último Raio de Sol'.

A programação do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro prossegue neste final de semana com várias atividades: competições nacionais, mostras de filmes, debates, oficinas, sessões especiais e atrações musicais.

Atualizado há 70 horas

Os filmes da Mostra Brasília foram escolhidos, entre mais de 130 inscritos, por uma comissão de seleção formada por profissionais da área cinematográfica: Ana Arruda, Bethania Maia, Daniela Diniz, Marcelo Barbosa e Paulo Duro Moraes.

Mais Brasília

Duas produções relacionadas a Brasília abrem, na noite de hoje, o Festival de Brasília. O curta-metragem Brasília – Planejamento Urbano é um documentário de 1964, dirigido por Fernando Coni Campos (1933-1988), que tem como corroteirista a arquiteta e urbanista Maria Elisa Costa, filha de Lucio Costa, falecida em 25 de agosto último.

Já o longa inédito A Pele Morta é codirigido por Denise Moraes e Bruno Fatumbi Torres. A dupla assumiu o projeto após a morte do cineasta Geraldo Moraes, pai de ambos e importante nome do cinema do Distrito Federal. Em 2009, Geraldo Moraes venceu o Troféu Câmara Legislativa com o filme “O Homem Mau Dorme Bem”. Por sua vez, Bruno Torres recebeu o prêmio em 2004, na categoria melhor curta-metragem, com “O Último Raio de Sol”.

Atualizado há 14 horas

Na segunda sessão da Mostra Brasília, realizada na terça-feira (15), o público teve a oportunidade de assistir ao curta-metragem 'A Arte Perdida da Lombada', dirigido por Helena Sarmento e Gabriel Brito, e ao longa 'Onde Moram os Irmãos', da diretora Marisa Mendonça. As produções foram bem recebidas e aplaudidas pelo público presente no Cine Brasília. Durante a apresentação, os cineastas expressaram sua gratidão ao 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e à Câmara Legislativa por manterem o Troféu para filmes do DF. Eles também destacaram a importância do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) para o setor cinematográfico, com Marisa Mendonça enfatizando que 'o FAC alimenta a cultura'. A diretora Helena Sarmento também mencionou a presença de Taguatinga em seu curta.

Atualizado há 20 horas

Na noite de terça-feira (15), o Cine Brasília foi palco para a exibição do curta-metragem 'A Arte Perdida da Lombada', dirigido por Helena Sarmento e Gabriel Brito, e do longa 'Onde Moram os Irmãos', da diretora Marisa Mendonça. As produções foram aplaudidas pelo público presente. Os cineastas agradeceram ao 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e à Câmara Legislativa pela continuidade do Troféu, destacando a importância do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) para o setor cinematográfico. A competição continua nesta quarta-feira (16), com exibições na Sala Vladimir Carvalho do Cine Brasília e outros locais.

Atualizado há 26 horas

Na noite de terça-feira (15), o público compareceu em peso ao Cine Brasília para prestigiar o curta-metragem 'A Arte Perdida da Lombada', dirigido por Helena Sarmento e Gabriel Brito, e o longa 'Onde Moram os Irmãos', da diretora Marisa Mendonça. Os cineastas subiram ao palco para agradecer ao 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e à Câmara Legislativa pela continuidade do Troféu para filmes do DF, além de apelarem para a permanência do apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) ao setor cinematográfico. A competição pelo 28º Troféu Câmara Legislativa prossegue nesta quarta-feira (16), com sessões às 18h na Sala Vladimir Carvalho do Cine Brasília e às 19h45 no Complexo Cultural de Planaltina e na Universidade Católica de Brasília - Bloco G, em Taguatinga. Os filmes disputam R$ 298 mil em prêmios, e os ganhadores serão conhecidos na cerimônia de encerramento do 59º Festival de Brasília, no próximo sábado (19), às 17h.

Atualizado há 32 horas

A competição pelo 28º Troféu Câmara Legislativa prossegue nesta quarta-feira (16), com sessões a partir das 18h na Sala Vladimir Carvalho do Cine Brasília. Às 19h45, a exibição ocorre no Complexo Cultural de Planaltina e na Universidade Católica de Brasília - Bloco G, em Taguatinga. Há reprise dos títulos na tarde seguinte, no Cine Cultura Liberty Mall, às 15 horas. No auditório do Cine Brasília, a partir das 21h15, os títulos em cartaz são colocados em debate. Os filmes disputam R$ 298 mil em prêmios, distribuídos entre os melhores títulos e categorias técnicas, que incluem direção, ator e atriz. Os ganhadores serão conhecidos na cerimônia de encerramento do 59º Festival de Brasília, no próximo sábado (19), às 17h.

Atualizado há 3 horas

Uma sessão exclusiva para curtas-metragens brasilienses, com sete filmes, encerra, nesta sexta-feira (18), a disputa pelo 28º Troféu Câmara Legislativa. A exibição é gratuita e ocorre às 18h, no Cine Brasília, e às 19h45, no Complexo Cultural de Planaltina e na Universidade Católica de Brasília – Bloco G (Taguatinga). Após a apresentação, no auditório do Cine Brasília, os filmes são debatidos. Os vencedores serão anunciados no sábado (19), durante o encerramento do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Quem abre a sessão é a animação O Jardim Mágico, de Naira Carneiro e Carlon Hardt, com a aventura de dois amigos que descobrem um tesouro mágico. O curta traz mensagens sobre generosidade e o potencial dos verdadeiros tesouros. Em seguida vem Rima, de Josianne Diniz, que conta a história do motorista de ônibus Sebastião e da estudante Ludmilla, ambos têm forte conexão com o rap e são compositores de rimas.

O documentário Madre, dirigido por Talita Carvalho e Carol Matias, acompanha a Ambar, venezuelana refugiada no Brasil, que sente saudades de sua terra natal e do mar. O curta ficcional Dora é dirigido por Murilo Abreu. A personagem é mãe solo do menino Bernardo. Com a chegada do aniversário da criança, que aguarda ansiosamente para comemorar a data com o pai ausente, ela precisa se organizar para garantir que o filho fique seguro.

De Rafael Ribeiro Gontijo, Impostor retrata o golpista Daniel, que tem a rotina abalada quando um rosto do passado cruza o caminho do trapaceiro. Não Há Crime no Plano Piloto, dirigido por Gabriel Machado, se passa em um futuro distópico, no qual a elite brasiliense é resguardada do resto da cidade por um muro. O último curta da noite é o também ficcional Ar-Dor, de Mike Peixoto, com a história de Arduino, atendente de um disque-chamada erótico, que se projeta nas fantasias de estranhos.

Atualizado há 9 horas

Uma sessão exclusiva para curtas-metragens brasilienses, com sete filmes, encerra, nesta sexta-feira (18), a disputa pelo 28º Troféu Câmara Legislativa. A exibição é gratuita e ocorre às 18h, no Cine Brasília, e às 19h45, no Complexo Cultural de Planaltina e na Universidade Católica de Brasília – Bloco G (Taguatinga). Após a apresentação, no auditório do Cine Brasília, os filmes são debatidos. Os vencedores serão anunciados no sábado (19), durante o encerramento do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Quem abre a sessão é a animação O Jardim Mágico, de Naira Carneiro e Carlon Hardt, com a aventura de dois amigos que descobrem um tesouro mágico. O curta traz mensagens sobre generosidade e o potencial dos verdadeiros tesouros. Em seguida vem Rima, de Josianne Diniz, que conta a história do motorista de ônibus Sebastião e da estudante Ludmilla, ambos têm forte conexão com o rap e são compositores de rimas.

O documentário Madre, dirigido por Talita Carvalho e Carol Matias, acompanha a Ambar, venezuelana refugiada no Brasil, que sente saudades de sua terra natal e do mar. O curta ficcional Dora é dirigido por Murilo Abreu. A personagem é mãe solo do menino Bernardo. Com a chegada do aniversário da criança, que aguarda ansiosamente para comemorar a data com o pai ausente, ela precisa se organizar para garantir que o filho fique seguro.

De Rafael Ribeiro Gontijo, Impostor retrata o golpista Daniel, que tem a rotina abalada quando um rosto do passado cruza o caminho do trapaceiro. Não Há Crime no Plano Piloto, dirigido por Gabriel Machado, se passa em um futuro distópico, no qual a elite brasiliense é resguardada do resto da cidade por um muro. O último curta da noite é o também ficcional Ar-Dor, de Mike Peixoto, com a história de Arduino, atendente de um disque-chamada erótico, que se projeta nas fantasias de estranhos.

Atualizado há 15 horas

Na noite desta quinta-feira (17), três documentários brasilienses, resultantes de diferentes pesquisas, foram aplaudidos no Cine Brasília. Os filmes disputam o 28º Troféu Câmara Legislativa: a competição termina nesta sexta-feira e o resultado será conhecido no sábado (19). No curta-metragem Vinte Vinte Quatro, Davi Pieri realiza uma experiência cinematográfica colaborativa com jovens em privação de liberdade, que se encontram na Unidade de Internação de Brazlândia. No também curta Isso Aqui é Várzea!, o diretor Flávio Costa levou à tela o futebol amador do Paranoá. Já o longa Nem Todos Sabem, dirigido por Edileuza Penha de Souza, apresenta a (quase) desconhecida história do músico cego pioneiro João Tomé (1920-1971). Os cineastas também defenderam a preservação dos recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Flávio Costa disse que a Mostra Brasília – que exibe os títulos que disputam o 28º Troféu Câmara Legislativa – é “lugar de lutar e agradecer”, citando o prêmio da CLDF. Ele apresentou ainda Francisco Alves Costa Filho (Chiquinho), que preside a Liga Desportiva do Paranoá e está há 38 anos ligado ao futebol amador naquela região.

Compartilhar: